Tancos: «As armas e os canhões recuperados, na ocidental Lezíria ribatejana»

0  ● 19.10.17 0  ● API



Armamento de Tancos encontrado na Chamusca. A esse propósito, Hernâni Carvalho, usando como mote "Os Lusíadas", fez uma nova versão da obra de Luís de Camões.

Hernâni diz ainda: "Eu também acredito no Pinóquio, mas só quando o Pinóquio tem o nariz pintado de vermelho. Há o milagre do sol, e há o milagre das armas encontradas no meio da Chamusca".

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«CGD desvia fundos das vítimas dos incêndios para equipar Hospitais» Paulo Morais

0  ● 18.10.17 0  ● API
Inacreditável !!
A CGD está a utilizar os donativos para as vítimas dos incêndios de Pedrógão para equipar Hospitais. Com que mandato, com que legitimidade estão a desviar os fundos das vítimas?

Paulo de Morais



A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai alocar 500 mil euros para equipar unidades de saúde da região de Coimbra que têm estado a cuidar das vítimas dos incêndios que voltaram a afectar aquela zona no passado domingo.

Numa conferência a propósito do Dia Internacional da Erradicação da Pobreza, organizada esta terça-feira [17-10-17] em Lisboa pelo Montepio, o presidente executivo da CGD, Paulo Macedo, disse que, dos 2,6 milhões de euros angariados pelo banco público [Conta Solidária Caixa “Unidos por Pedrogão Grande”] para as vítimas do incêndio que deflagrou em Junho em Pedrógão Grande, alastrando a outros concelhos e deixando mais de 60 mortos e que estão a ser geridos pela Fundação Calouste Gulbenkian, "uma parte já foi para projectos concretos e cerca de 500 mil euros vão ser aplicados junto de instituições de saúde para equipar as que tem ajudado as populações, quer nas unidades de queimados quer noutras, na zona de Coimbra".

Questionado sobre se a Caixa irá replicar esta iniciativa para apoiar as vítimas dos incêndios deste domingo na zona Centro, que fizeram 37 mortos, Paulo Macedo não se comprometeu e disse apenas que vai ponderar.

"Neste momento, a nossa preocupação tem de ser que esses fundos sejam aplicados. Houve uma generosidade dos portugueses muito maior do que a que era esperada e o que nos interessa saber é se esses fundos estão a ser aplicados, e estão", respondeu aos jornalistas à margem do evento.
(fonte: CM)

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Recorde-se que a Conta Solidária Caixa "Unidos por Pedrógão Grande" encerrou com um saldo de € 2.650.975,60 para o qual contribuíram mais de 36.000 doadores.
Finalidades de actuação:
  • A reconstrução e reabilitação das primeiras habitações;
  • A reconstrução ou reabilitação de anexos agrícolas;
  • A recuperação dos meios de subsistência das famílias mais gravemente afetadas;
  • O apoio às associações de apicultores com alimentação sólida para as abelhas.
(fonte: CGD)
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Dizer que a culpa é das queimadas, é ofender os portugueses

0  ● 17.10.17 0  ● API



José Gomes Ferreira diz que as autoridades e o poder político continuam a abordar o problema da origem dos fogos de uma forma errada. "A causa dos fogos é haver crime em alta escala! E só não vê quem não quer". Gomes Ferreira sublinha que não se aprendeu com os erros e que "estão a gozar com os portugueses". A Ministra da Administração Interna "continua com uma conversa infantil, de dizer que a culpa dos incêndios é dos cidadãos".

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"Não é demitir a ministra, é demitir os medíocres todos que o sr. contratou"

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Hernâni Carvalho aborda o problema dos fogos que este ano já mataram mais de 100 pessoas. E responde ao primeiro-ministro que considerou "um bocado infantil" demitir a ministra: "Não é demitir a ministra, é demitir os medíocres todos que o sr. contratou".
"Faz sentido a Autoridade de Protecção Civil coordenar o combate aos fogos? NÃO!"

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Bruno Nogueira: arrogância e ego do primeiro-ministro

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Bruno Nogueira criticou a reacção do primeiro-ministro à catástrofe dos fogos:
"Numa altura destas esperava-se muito mais do que uma pose altiva e palavras frias e técnicas".



"Há uma coisa que aos olhos de Portugal afasta António Costa desta tragédia e que deixa um vazio tremendo em quem procura uma palavra de conforto: a arrogância do discurso. O tom condescendente. Numa altura destas esperava-se muito mais do que uma pose altiva e palavras frias e técnicas. Esperava-se mais do que o absolutamente necessário e óbvio visitar das vítimas e dos locais consumidos pelo fogo.

Esperava-se que o primeiro-ministro de Portugal tombasse com quem tombou para dizer que agora nos íamos erguer todos juntos, custe o que custar. Esperava-se que o lado humano espreitasse e nos dissesse que a dor de ver isto tudo é suficiente para baixar por momentos a guarda e falar mais do coração e menos da cabeça.

Palavra que queria ter visto isso nos olhos e nas palavras de António Costa, mas acabei por ver só um político que num momento decisivo deixou que o ego crescesse mais do que as chamas"

Bruno Nogueira

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