Portugal a arder: Um crime organizado de destruição massiva!

0  ● 20.8.17 0



A meio do Verão já arderam mais de 140 mil hectares de floresta e mato. Nos últimos dias registaram-se mais de 200 incêndios em média por dia, as ignições essas contam-se aos milhares. Na maior parte dos casos o fogo aparece durante a noite, ou a partir das seis da tarde altura em que o vento sopra no máximo e o combate às chamas se torna mais difícil.
Já não restam dúvidas para a maior parte das pessoas no terreno, de que se trata de mão criminosa. Mas, estranhamente, o governo teima em falar de falta de limpeza e prevenção, raramente fala em intenção criminosa e nunca admite a hipótese de crime organizado.

Negócios da Semana desta quinta-feira na SICN, (video 6 minutos): Intervenção de Clemente Pedro Nunes - Engenheiro, Professor do Instituto Superior Técnico:

"Não há dúvidas de que isto é mão criminosa e que se trata de um acto de terrorismo organizado. O que se está a passar hoje em Portugal, é o mesmo que tivéssemos tido 2 ou 3 atentados terroristas!

No terreno neste momento é: deixem arder tudo, tentem salvar as pessoas, porque se morrem mais 10 ou 15 pessoas há uma crise politica grave. Ora, isto é intolerável. O que se está a passar, nas zonas do interior a norte do rio Tejo, é um verdadeiro crime organizado de destruição massiva!

Estamos perante uma situação que é gravíssima. O número de ignições é uma coisa absurda: 10 vezes mais que nos outros países. Se compararmos a área ardida em Portugal e Espanha, o factor de incidência em Portugal é 25 vezes maior do que em Espanha! Chegámos a um absurdo.

Nós não podemos ter mais um ano como este. A destruição patrimonial, a destruição social, a destruição demográfica que se está a passar em dezenas de milhares de quilómetros no território português, é inaceitável".
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«Depois de se terem servido do Estado português, servem agora o Estado chinês» Paulo Morais

0  ● 19.8.17 0



Luís Amado, ex-ministro socialista, integra o Conselho Geral e de Supervisão da chinesa EDP. Depois de ter presidido à calamitosa falência do BANIF e de ter apadrinhado a entrada da Guiné Equatorial na Comunidade de Países de Língua Portuguesa.

Ao serviço dos chineses estão também, no mesmo Conselho, Eduardo Catroga e Braga de Macedo, (ex ministros do PSD), António Vitorino (PS) ou Celeste Cardona (CDS).

Em síntese: Depois de se terem servido do Estado português, servem agora o Estado chinês.

Paulo de Morais
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«É preciso descaramento! Não me conformo com esta vilania» Moita Flores

0  ● 18.8.17 0
Num País culto, civilizado, corajoso, esta gentinha iria prestar contas pelo desleixo, pela desorganização, pelas políticas erradas que, nas últimas décadas, deixaram multidões mergulhadas na maior desgraça.



DESCARAMENTO: Em menos de dois meses, morreram 80 pessoas, mais de uma centena ficou ferida, algumas dezenas estão hospitalizadas devido às tragédias que assolam Portugal. O País arde, demónio à solta sem freio nos dentes, destruindo milhares de hectares, a vida construídas por milhares de pessoas reduzidas a cinzas. No mesmo período, em Espanha, com clima semelhante, arderam 20 mil hectares. Aqui, já ultrapassou os 110 mil. Os bombeiros estão esgotados, não há noite nem dia, enquanto o fogo destrói o passado e corta horizontes de futuro.

Os discursos oficiais, quer no continente quer na Madeira (onde uma só árvores matou treze pessoas!) são do ardil e da manha política, passando culpas, adiando responsabilidades, não enfrentando com seriedade o sofrimento de tanta gente. É preciso descaramento para usar o argumento de que agora vivemos o luto e depois trataremos das responsabilidades, como se uma coisa tivesse a ver com a outra.

Não foi o Ministério Público, não foi a PJ, não foram os responsáveis pela segurança local e nacional que morreram nos incêndios ou debaixo da árvore. Estão vivos e exige-se que procurem responsáveis. Porém, em vésperas de campanha eleitoral, o cinismo tornou-se mais descarado e é revoltante ver a forma como se adiam ajudas, explicações, usando o País como de um curral de servos se tratasse. Usar o luto como desculpa, é a mesma coisa que pedir a uma brigada de homicídios que não investigue a morte de alguém porque a família chora o falecido.

Não me conformo com esta vilania. Num País culto, civilizado, corajoso, esta gentinha iria prestar contas pelo desleixo, pela desorganização, pelas políticas erradas que, nas últimas décadas, deixaram multidões mergulhadas na maior desgraça. Não há pachorra para tanto oportunismo!

Francisco Moita Flores
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«Basílio Horta deve retirar-se da Política» Paulo Morais

0  ● 10.8.17 0


Basílio Horta tinha uma conta no valor de 5.600 euros, que na verdade era de 5.600.000 euros. Lapso, diz ele.
Se é verdade esta confusão, Basílio Horta deve retirar-se da Política. Quem confunde cinco mil com cinco milhões, com este nível de distracção, não pode ocupar cargos de responsabilidade.
Se é uma mentira (ou inverdade), Basílio Horta é mais um dos muitos políticos mentirosos; e deve retirar-se da Política.

Paulo de Morais
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Paulo Morais escreve a Ferro Rodrigues: "É chegado o momento de reduzir o IVA na electricidade"

0  ● 5.8.17 0
"Paulo de Morais e Mário Frota, dois dos rostos da plataforma Frente Cívica, escreveram ao presidente da Assembleia da República a solicitar que os deputados procedam à reposição da taxa de 6% para o IVA da energia eléctrica no Orçamento do Estado para 2018."

Uma família pobre (são mais de dois milhões em Portugal) paga 23% de IVA na electricidade; enquanto uma família rica paga 6% numa estadia num hotel de luxo.
Continuamos (im)pacientemente à espera da resposta.

Paulo Morais, presidente da FRENTE CÍVICA



“Não se ignore que a energia eléctrica é um serviço de interesse geral, com propriedade, um serviço público essencial, como a lei a qualifica, que a título nenhum pode emparceirar, em termos de impostos, com os que se aplicam a produtos de luxo, como é flagrantemente o caso”, escrevem os dois dirigentes da Frente Cívica.

Defendem que a redução da taxa do IVA “é crucial para o reequilíbrio dos orçamentos das famílias, em particular das mais carenciadas (e tantas são, ainda que não abrangidas pelas tarifas sociais)”, comentam, mas também “de suma importância para a consecução de ganhos de competitividade pelas empresas”.

Ao PÚBLICO, Paulo de Morais diz estranhar que, três anos depois de findo o programa de assistência financeira, ainda ninguém se tenha lembrado disto. “O aumento da taxa do IVA na electricidade foi uma das medidas mais gravosas da austeridade. Muitas famílias não têm aquecimento em casa no Inverno, mesmo de classe média”, por causa do preço da energia eléctrica, e “muitos idosos que sofrem de doença pulmonar obstrutiva crónica morrem todos os anos por falta de aquecimento e pelas condições de humidade das suas casas”, sublinha.

Por outro lado, considera que a redução – ou reposição para a taxa que vigorava antes do programa, e que considera justa para um “bem essencial para a vida das pessoas” – terá também efeitos benéficos na economia, por aliviar a factura das empresas.

“Dada a imperiosa necessidade de reverter os sofrimentos impostos ao país por via das políticas austeritárias adoptadas nos amaríssimos anos do Programa de Assistência Económica e Financeira a Portugal, entende a Frente Cívica que é chegado o momento de repor o valor do IVA na electricidade, na sua taxa reduzida, regressando-se à forma primitiva”, lê-se na carta enviada a Ferro Rodrigues. A missiva pede ao presidente da Assembleia da República para “instar os senhores deputados” a reverter “uma das medidas mais dolorosas para a economia nacional adoptadas com alguma irreflexão nos últimos anos”.
Publico
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«Porque há Agentes da PSP no Pingo Doce?» Paulo Morais

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Uma (triste) originalidade à portuguesa que urge extinguir.



Porque há Agentes da PSP no Pingo Doce?

Há falta de Polícia nas ruas. Há escassez de meios na Polícia. Mas, ao mesmo tempo, há muitos agentes da PSP a guardar o interior dos supermercados Pingo Doce. Uma promiscuidade entre uma entidade privada e agentes públicos. Um absurdo. Seria inadmissível numa sociedade transparente.

Porque os agentes da PSP ganham mal, muito mal. Ao Ministério da Administração Interna “sabe bem pagar tão pouco” aos agentes de Polícia. Estes, por sua vez, compensam os salários baixos com duplo emprego... na privada, agenciado pela própria PSP. Os agentes, depois de trabalhar ao serviço de uma entidade privada, vão para as ruas fazer serviço público... exaustos. Uma (triste) originalidade à portuguesa que urge extinguir.

Paulo de Morais

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Venezuela: Louçã critica tomada de posição do Governo português

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Francisco Louçã, comentário sobre a Venezuela.(ver video)

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"Este homem, sempre tão assertivo acerca de tudo e mais um par de botas, torce-se todo sem conseguir exprimir uma posição clara e inequívoca quanto ao que se passa na Venezuela. Sintomático. (...) Não me parece assim muito difícil escolher entre a liberdade e a falta dela. Quem não a defende já está a fazer uma escolha, à maneira jesuítica, que é a de Francisco Louçã. (...) A democracia tem de funcionar com regras claras e abstractas independentemente de quem é ou não de confiança. O resto é deixado ao livre arbítrio dos eleitores. Tudo o que não funcionar nessa base, não é democrático", diz Joaquim Vieira, jornalista.

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